Reconstrução de mama devido a câncer de mama

A cirurgia utilizada para redução das mamas consiste na retirada do excesso de pele, gordura e tecido glandular das mamas.


O câncer de mama é um dos tipos de câncer que mais acometem as mulheres. Estima-se que uma em cada oito mulheres terão ao logo da vida este tipo de câncer. No entanto, isto não deve ser motivo de preocupação, mas sim de ATENÇÃO para diminuir os fatores de risco, como o tabagismo e a obesidade, bem como para o DIAGNÓSTICO PRECOCE, através do auto exame das mamas e das visitas periódicas ao ginecologista ou mastologista. Quanto mais precoce for o diagnóstico do câncer de mama, maiores serão as possibilidades de cura e de um melhor resultado estético.


Diante da confirmação de um diagnóstico de câncer de mama, o importante é o paciente não se deixar abater pela notícia e saber que a motivação e a confiança no tratamento são fundamentais para a cura.


O tratamento do câncer de mama envolve uma equipe multidisciplinar, onde se destacam o MASTOLOGISTA (médico especialista em doenças das mamas que é o responsável pela remoção do tumor) e o CIRURGIÃO PLÁSTICO (que realiza a reconstrução das mamas).


A reconstrução da mama é mais comumente indicada para pacientes submetidas a tratamento de câncer de mama, mas pode ser indicada também nos casos de mamas que apresentam deformidades. O tratamento cirúrgico do câncer de mama pode ser feito pela retirada de toda a mama (mastectomia) ou parte dela (quadrantectomias, setorectomias). A indicação da quantidade de tecido mamário retirado na cirurgia é feita pelo mastologista e depende do tamanho e tipo do tumor.


Na maioria dos casos de retirada parcial da mama a reconstrução pode ser feita por técnicas de mamoplastias semelhantes às utilizadas nas cirurgias estéticas. Em alguns casos especiais, haverá a necessidade de cirurgias maiores.

A reconstrução total de mama pode ser feita basicamente de três maneiras:


1. Reconstrução com prótese expansora e/ou prótese

Neste tipo de reconstrução coloca-se uma prótese expansora (que pode ou não ser trocada posteriormente) no local correspondente a mama retirada. Durante algumas semanas ele é expandido injetando-se soro através da válvula de entrada que fica localizada embaixo da pele. Em alguns casos é possível a colocação da prótese de silicone direto, sem a necessidade de expansão. A vantagem principal dessa modalidade de reconstrução é que ela não retira tecidos de outra região do corpo do paciente e, portanto, não adiciona outras cicatrizes. Outras vantagens são a simplicidade técnica e o tempo cirúrgico que é bem curto, em relação aos outros tipos de reconstrução.


2. Reconstrução com retalho do músculo grande dorsal (músculo e pele das costas) e prótese

Neste método de reconstrução uma parte da pele das costas e o músculo grande dorsal são levados para região mamária operada, onde juntamente com um implante de silicone são utilizados para reconstrução da mama. A paciente ficará com uma cicatriz linear nas costas que, normalmente é posicionada para que possa ser escondida pelo sutiã. Esse método costuma ser indicado quando uma quantidade de pele um pouco maior foi retirada da mama e necessita-se de uma boa cobertura muscular para a prótese de silicone.


3. Reconstrução com TRAM (retalho de músculo e pele do abdome)

O termo TRAM significa retalho do músculo reto do abdome e consiste na utilização da pele e gordura abaixo do umbigo que juntamente com o(s) músculo(s) reto(s) abdominal(is) são levados para o tórax para reconstrução da mama retirada. A pele e gordura usadas para reconstrução são as mesmas que na cirurgia plástica do abdome serão desprezadas. A cicatriz na barriga é semelhante a que fica após a dermolipectomia de abdome.


Posteriormente à 1ª fase de reconstrução que consiste na devolução da forma e volume mamário, pode ser necessário a simetrização da mama contralateral (mama normal) que poderá ser aumentada, diminuída e/ou elevada para atingir uma maior simetria com a mama reconstruída.


A reconstrução é então completada com a confecção do mamilo (bico da mama) e aréola (área circular da mama mais escura, onde se localiza o mamilo). O mamilo é reconstruído com pequena cirurgia que é feita com a pele da própria região da mama reconstruída ou com parte do mamilo da outra mama, se este for grande. A aréola pode se reconstruída com enxerto de pele de outra região da paciente ou, mais modernamente, com tatuagem (micropigmentação).


Dra. Sônia Luisa de Almeida Freitas

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